quinta-feira, 17 de maio de 2018

Mineradora: caos e prejuízos irreparáveis ao povo de Rondônia




O deputado Hermínio Coelho (PCdoB) voltou a comentar sobre a situação do caos na mineração irregular. As que estão em ordem, regularmente, por sua vez usam as riquezas do Estado de forma covarde e sem patriotismo por extraviá-las de maneira desordenada.

Os minérios poderiam ser usados para levar os rondonienses a uma nova era econômica.  A mineradora Santa Elina, em Nova Brasilândia, por exemplo, está tirando riquezas de Rondônia. O Estado não tem informações sobre quantidade nem a respeito do que está sendo retirado; tudo é levado para a China sem maiores esclarecimentos.

Em outras partes do Estado, há relatos que dão conta de um possível derrame de nióbio a outras nações – minério que vale mais que o ouro em vários países.
Abaixo, é possível acessar matérias que demonstram o caos instalado em silêncio no Estado, conforme todas as declarações apresentadas por Hermínio Coelho até aqui.




Rondônia contém 60% ou mais das minas detectadas em todo o mundo; as jazidas atualmente conhecidas em Rondônia estão localizadas na Floresta Nacional (Flona) do Jamari,  concessões com prazo de 60 anos – e a população não tem ideia sobre a quantidade e os valores.

O Estado de Rondônia além de estar isento de receber direitos de  royalties, em 2010, na pauta das exportações brasileiras, um produto único do nosso país e com mais de 90%, todo ele apenas na amazônia e, especialmente em Rondônia, chegou ao terceiro lugar.

Faturou mais de R$1 bilhão e 500 milhões de dólares, perdendo apenas para o minério de ferro e o ouro. Poderia, na mesma quantidade que foi vendida ao mundo todo (mas principalmente para a China), ter garantido ao Estado um valor cinco vezes maior, não fosse seu preço aviltado e decidido pelo mercado internacional e não pelos brasileiros, donos dessa riqueza única no Planeta.

Se o Estado de Rondônia cobrasse os 10% de royalties que a maioria dos países que têm o minério, mesmo em pequena escala, como a Austrália, só esse produto teria representado algo em torno de 7 bilhões e 500 milhões de dólares. Estamos voltando a falar no nióbio, agora divida este valor por 120 meses.

Não podemos explorar a área, pois foi doada pelo governo federal e o direito de extração e domínio do minério, numa reserva ambiental criada em 2010.

"E hoje podemos ver o poder de compra dos chineses, das usinas, faculdades, e diversas empresas de produção e exportação pelo estado e Brasil afora!", salientou Coelho.

Ressaltou que o município Nova Brasilândia não tem estrutura para fiscalizar, e o Estado, através da Sedam, não faz nada. Somente agora, disse Hermínio, “após um ano de exploração que a Sedam está pensando em fazer uma audiência pública” reforçou.

Hermínio afirmou que a empresa responsável pela exploração de minérios não é séria e está sonegando impostos ao município e ao Estado. 

“Vamos encaminhar relatório para a Justiça Federal para fazer uma devassa na empresa que não cumpre com legislação ambiental nem com a tributária”, concluiu o parlamentar.

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